MUSEU VIRTUAL SSU- SÃO SEBASTIÃO DO UMBUZEIRO-PB
UMA VIAGEM NA HISTÓRIA EM FOTOS
quinta-feira, 18 de setembro de 2025
História e Emancipação de São Sebastião do Umbuzeiro
SOU JOSÉ MILTON FAGUNDES DE LIMA MAIS CONHECIDO POR DIDI FORMADO NA FACULDADE DA VIDA. MEU E-MAIL didimilton@hotmail.com
quarta-feira, 11 de agosto de 2021
Conheça a história: A casa redonda uma história viva em São Sebastião do Umbuzeiro
Por volta de 1850, o Coronel Tenente Laurentino Ferreira da Costa era um dos homens influentes no incipiente povoado de São Sebastião do Umbuzeiro. No tempo que todos se preocupavam com a sua sobrevivência, ele já olhava além dos horizontes e sonhava que um dos seus filhos fizesse uma carreira eclesiástica.
Apresentou numa visita á capital seu filho Gustavo ao novo bispo Dom Adaucto. Este não percebeu uma vocação sacerdotal no menino, mas se agradou do seu primo Manoel Cristóvão Ribeiro Ventura, que foi apresentado também. Manoel ingressou no seminário e se ordenou padre. Gustavo foi estudar no Recife, se apaixonou e se preparou para o casamento. Sua amada lhe deu um “ abacaxi ” de porcelana de uns quarenta centímetros de altura. Este “ abacaxi ” na verdade não era um abacaxi ,mas uma pinha, fruto do pinheiro. É um símbolo de longevidade, imortalidade, fidelidade, fertilidade e sexualidade masculina.
Gustavo ficou tão encantado com este presente que procurou um lugar de destaque para colocá-lo. Decidiu construir uma casa especial no sítio de seu pai em Cacimbas. Com a ajuda de um arquiteto desenhou um chalé redondo com um primeiro andar. Segundo o povo este foi feito para evitar que a sua esposa vivesse junto com os escravos, que Gustavo odiava. Outros dizem que foi para dar destaque ao abacaxi, colocando no ponto mais alto do teto. Antes de se casar Gustavo morreu em consequência de uma forte pancada na cabeça, morreu a cavalo. O comentário foi que morreu nos braços de uma escrava… . O abacaxi ficou muito tempo no teto do chalé. O povo da redondeza disse que em dias de sol, o abacaxi refletiu os seus raios para grande distância, lembrado um grande amor do Cariri.
SOU JOSÉ MILTON FAGUNDES DE LIMA MAIS CONHECIDO POR DIDI FORMADO NA FACULDADE DA VIDA. MEU E-MAIL didimilton@hotmail.com
História de São Sebastião do Umbuzeiro
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| São Sebastião do Umbuzeiro em 194 |
Em 1911, figura no município de Alagoa do Monteiro o distrito de São Sebastião do Umbuzeiro. Em 15 de novembro de 1938, o distrito de São Sebastião do Umbuzeiro passou a denominar-se simplesmente São Sebastião e Alagoa do Monteiro a denominar-se Monteiro. Em 31 de dezembro de 1943, o distrito de São Sebastião passou a denominar-se Caroá. Em 23 de dezembro de 1947, o distrito de Caroá volta a denominar-se São Sebastião do Umbuzeiro. Elevado à categoria de município com a denominação de São Sebastião do Umbuzeiro, 08 de maio de 1959, desmembrado de Monteiro.
Antigas Denominações
Municípios Circunvizinhos
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- Norte: Monteiro
- Sul: Arcoverde/PE
- Leste: São João do Tigre
- Oste: Sertânia/PE (distrito de Henrique Dias)
Localidades
(Inclua sublocalidades do município que sejam significativas, tais como povoados, fazendas, estâncias, etc.)
Distritos de São João do Tigre e Zabelê
História
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(Inclua um breve resumo histórico sobre o município, destacando os fatos que se relacionem ou que facilitem de alguma forma a pesquisa genealógica na localidade.)
Na sombra de um pé de umbu localizado na nascente do Rio Paraíba nos Cariris Velhos, descansavam tropeiros que vinham de Pernambuco com destino ao Sertão paraibano. Sombra esta, que tornou-se ponto de encontro. Por volta de 1838 o Pe. José Gomes Pequeno celebrou a primeira missa. Em 1869 o Capitão Mariano José das Neves, um dos simpatizantes da região, fez uma doação de um patrimônio de 30,25 há de terra ao seu Santo querido São Sebastião, onde ali começava a construção das primeiras casas e também a primeira Capela da futura cidades de São Sebastião do Umbuzeiro. Em 1898 o Pe. Cícero Romão Batista passa no povoado e por volta de 1912 Dom Adalto Aurélio de Miranda Henrique funda a Paróquia de São Sebastião do Umbuzeiro, desmembrando-a da cidade de Monteiro. Pertencente politicamente ao município de Monteiro, o Povoado sofre a violência do ?Cangaço? que deixa um rastro de Sangue com 9 mortos. Em 1946 o Frei Mauro Joester, Holandês com missão no Brasil, dá início a uma grande obra, fazendo da pequena Capela uma grande igreja, contribuindo assim com um imenso passo para a história regional.
SOU JOSÉ MILTON FAGUNDES DE LIMA MAIS CONHECIDO POR DIDI FORMADO NA FACULDADE DA VIDA. MEU E-MAIL didimilton@hotmail.com
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